quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O GUERREIRO DIDI E A NINJA LILI






Renato Aragão é um verdadeiro ícone da cultura brasileira. Já foi o tempo em que longas do comediante eram aguardados - já que os mesmos estavam restritos à não menos icônica trupe que liderava, Os Trapalhões -, mas vamos combinar que não há muito mais do que esperar do comediante. Pelo menos ao público que hoje é adulto, mas cresceu embalado pelas engraçadas aventuras de Aragão e seu grupo.
A abertura de O Guerreiro Didi e a Princesa Lili já mostra o que podemos esperar. Uma animação inspirada pelos mangás e animes japoneses acompanha os créditos iniciais; nas imagens, palavras escritas em ideogramas japoneses.
O Guerreiro Didi e a Princesa Lili tem uma direção de arte até que satisfatória. Neste sentido, ele não peca pelos excessos, pelo contrário. Mas é uma grande bobagem. Na realidade, ainda não sei qual é o tipo de público ainda atraído pelos filmes do personagem Didi. Ele se encontra no limbo, entre os novos espectadores (quais seriam atraídos ainda é um mistério para mim) e os antigos, os quais não se interessam mais por seu trabalho.

Leia mais, na página do CINECLICK, para abri-la, clique aqui.

1 Comentários:

Victor Ricione disse...

Atenção galera! Esta critica naum é minha, é do site CINECLICK! Na minha opinião, é um ótimo filme, pois o Renato é um icone no cinema Brasileiro e recordista em bilheteria!!!
Bjos, Victor Ricione

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